Sol de cada manhã escolar.
Cansada.
Beira do mar da atenção.
Amada.
Nada a declarar.
De cada prédio, imagem transitória atiça.
Ilumina rosto da rua sóbria.
Aves se enraizam em dores da humanidade.
Flores absorvem poderes oxigenados no silêncio dos bancos tristes solitários.
Gotas admiram parcialmente a evacuação dos barcos translúcidos em torno do céu.
Transformam-se em mútua visão do infinito.

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